quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Dois meses





















Este foi um mês de muitas visitas gostosas e passeios divertidos. Desde que completei 29 dias meus pais me levam nas feiras da Gal Glicério e da Praça São Salvador.


 Na Glicério conheci esse menino aí da foto, o nome dele é Fernando. Ele queria me levar pra passear, mas ainda não posso sair andando sozinha por aí.

 


Foi um mês de cuidar da pele que ficou cheia de brotoejas quando chegou o calor...
...e de tirar muitas sonecas porque ninguém é de ferro.






Comecei a dar meus primeiros passos com a ajuda da mamãe e já estou treinando pra falar também. Converso muito com meus pais e eles entendem tudo o que eu digo.

Estou exercitando meus músculos para começar a engatinhar, assim poderei explorar minha casa enquanto a mamãe estiver ocupada. Tudo isso está sendo tão divertido que dou muitas risadas e meus pai adoram.

 Posso dizer que sou um bebê um tanto boêmio, mas não menos abençoado. 


terça-feira, 15 de novembro de 2011

Um mês!


Higiene bucal, primeira ida ao boteco com papai, encontro de bonecas...



 Um aceno para os fãs que comemoram comigo meu primeiro mês de vida. Nossa...passou rápido!


                                     



Lá estou eu de novo visitando o pediatra. Hoje também foi dia de tomar a segunda dose da vacina contra hepatite. Pra compensar a dor, mamãe deixou eu usar seu queixo de chupeta. Eu, mesmo sem nunca ter provado a chupeta, sei bem que o queixo da mamãe é muuuuito mais gostoso.


 No final do dia teve até bolinho com direito à visita da minha dinda verde, da vovó Hayde e da tia-avó Anabel. Foi um dia muito gosto apesar da agulhada!










 

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Terceira Semana

 
Em tempos de preservação de células tronco (serviço caríssimo e nada garantido), um assunto um tanto tabu volta à pauta entre os recém pais: o que fazer com a placenta?

A placenta é um órgão transitório que faz a vez de pulmão, rim, intestino, hipófise e fígado do bebê. É ligada à mãe por membranas na parede do útero e ao bebê pelo cordão umbilical. É a ligação física mais importante entre mãe e bebê. É uma fonte de informações genéticas do bebê importantíssima, por isso só é descartada após a alta da mãe e do bebê.

O destino da placenta pós-parto é muito variado de uma cultura para outra. Há países no ocidente que incineram, algumas culturas e religiões praticam a ingestão da placenta por acreditarem no seu poder curativo e preventivo de doenças, outras ainda a enterram por diversos motivos. Os Maoris da Nova Zelândia enterram no intuito de melhorar a relação entre a humanidade e a  Mãe Natureza; no Camboja e na Costa Rica acredita-se que ao enterrar assegura-se a saúde da mãe e do bebê. No Brasil ela é rotineiramente descartada em lixo hospitalar.

Escolhemos enterrá-la como adubo para uma árvore que pudéssemos acompanhar com a Lara o seu crescimento. O Ipê Amarelo é a  árvore símbolo do Brasil , nada melhor para coroar o crescimento da família Brasil. A muda foi presente do tio Erich e da Ana. E nesta terceira semana Lara fez sua primeira slingada com o papai em busca do lugar para plantarmos.


Escolhido o lugar: a entrada do heliporto da casa do governador, no parque Guinle. Plantamos no dia das crianças com a ajuda dos avós maternos e da amiga Talita. No final brindamos com um gostoso café com bolo. A tia-avó Anabel chegou a tempo do café.